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Os erros no currículo que acabam com suas chances 17/fevereiro/2014

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Fonte: Exame on-line

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Pós-graduação em Gestão de Pessoas – Oportunidade! 8/março/2012

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Um fato inegável é que toda e qualquer Organização, com ou sem fins lucrativos, precisa ter pessoas. E, quando há pessoas trabalhando, é fundamental realizar a gestão do seu trabalho, visando os melhores resultados.

Assim, fica claro que a área de Gestão de Pessoas hoje é estratégica para qualquer tipo de organização. Felizmente, os administradores estão percebendo essa necessidade, abrindo diversas oportunidades profissionais, tanto em termos de emprego quanto em termos de consultorias.

Aproveito o assunto e deixo aqui a dica da minha amiga e colega Janine Pacheco da Luz, uma profissional da mais alta qualidade que teve a visão de abrir um curso de Pós-graduação em Gestão de Pessoas, para Florianópolis e região, na Estácio. Para quem quiser atuar neste mercado, é uma oportunidade única.

Deixo abaixo as informações. Aproveitem!

Projetos precisam de preparo Físico e Mental 25/novembro/2010

Posted by rapidoerasteiro in Gestão.
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A sitação descrita a seguir se repete continuamente, em diversas equipes e empresas: um Projeto se inicia, todos estão motivados (gestor e equipe); todos os processos do projeto são realizados à risca (reuniões, relatórios, monitoramento, comunicação, etc.); em determinado momento, nota-se que a equipe já não está executando todos os processos do projeto como no início (reuniões e relatórios são adiados, o monitoramento e a comunicação já não são os mesmos de antes); mesmo que o projeto esteja em dia, nota-se um certo cansaço por parte da equipe (inclusive do gestor); enfim, o projeto é finalizado e todos comemoram (alguns pelos resultados, outros apenas pelo fim do projeto).

Certamente você já deve ter se visto em uma situação parecida com a que eu descrevi acima. Realmente, manter em alta a motivação, o comprometimento e a disciplina de equipes durante a execução de projetos não é tarefa fácil. E fica ainda mais complicado quando os projetos são complexos, longos, ou com muitos riscos.

Estou escrevendo sobre isso porque nesta semana tive uma conversa muito interessante com o meu amigo Nelson Abu (www.abuzitos.com.br), especialista em Gestão Ágil de Projetos. Chegamos ao consenso de que uma das principais tarefas do Gestor de Projetos é manter em alta o moral da equipe, sempre trabalhando a autoestima de todos os membros da equipe. Também concordamos que isto não é tarefa fácil, uma vez que o próprio Gestor também é uma pessoa (sim, o gestor também é um ser humano!), com qualidades e defeitos.

Portanto, um ponto crucial para o sucesso de Projetos é a resistência das pessoas que estão trabalhando neles. Por mais desafiadores que sejam os projetos, os seus processos de gestão geram obrigatoriamente rotinas de trabalho, o que pode ser uma grande armadilha. Para sobreviver à rotina sem confundí-la com tédio, todos na equipe devem ter um excelente preparo mental/psicológico. E, dependendo dos desafios do projeto, em alguns casos também é necessário preparo físico para “aguentar o tranco”.

Então, fica bastante claro que a resistência psicológica e física é um ponto fundamental para o sucesso na execução de projetos, e eventuais falhas neste ponto devem ser encaradas como riscos importantes.

Além disso, parece ser interessante que cada organização descubra o “ponto de fadiga” das suas equipes. Ou seja, o tempo médio a partir do início dos projetos, quando se inicia a queda do cumprimento dos processos e possivelmente também a queda da produtividade. Uma vez que este ponto é descoberto, pode-se ter duas saídas possíveis:

  • Quando um projeto chegar neste ponto crítico, pode-se realizar trabalhos específicos para retomar a empolgação da equipe. Seria uma espécie de “recarga das baterias”, para tentar resgatar parte das energias e da motivação que sempre há no início de qualquer projeto.
  • Projetos maiores se tornam Programas, com projetos com tempos de execução menores ou iguais ao “ponto de fadiga”. Projetos entregues e finalizados ajudam a subir o moral da equipe, dando mais confiança para todos, inclusive os patrocinadores.

Para ambas as saídas descritas acima, nota-se que o desenvolvimento iterativo, em espiral, pode ajudar bastante. Isto ocorre porque projetos desenvolvidos em iterações tendem a criar um clima de confiança entre equipe, gestor e patrocinadores, uma vez que se vê claramente a evolução do projeto, com entregas concretas ao longo do tempo.

Outro ponto que, na minha opinião, também poderia ser importante é trabalhar juntamente com as áreas de RH de cada organização no sentido de verificar quais ações poderiam causar um aumento da resistência das equipes, atrasando o ponto de fadiga ao máximo possível.

Resumindo a questão, parece ser cada dia mais claro que um dos fatores críticos de sucesso de projetos é olhar com atenção para os fatores humanos.

E você, o que acha?

Inovação também em Recrutamento e Seleção 13/julho/2010

Posted by rapidoerasteiro in Gestão, Tecnologia.
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Para quem não sabe, nesta semana está acontecendo o já tradicional Fórum Internacional de Software Livre (FISL) , já na sua 11ª edição. Ao contrário de muitos “céticos”, cujo ceticismo ao meu ver estava mais ligado a interesses comerciais do que a uma opinião formada, o Software Livre é uma realidade consolidada no mercado. Este e outros fatos nos mostram com clareza que o modelo de fornecimento de software baseado em serviços vem ganhando cada vez mais força, e quem não percebeu isso ainda já deve estar “perdendo o bonde”.

FISL e inovação acabam sendo quase sinônimos, uma vez que o Software Livre em si foi algo inovador, uma grande mudança no mercado de software que até então funcionava vendendo apenas produtos de tecnologia com algum serviço agregado. Sendo assim, quem for até o evento poderá ter conhecimento sobre várias iniciativas verdadeiramente inovadoras.

E o mais bacana é que as inovações mostradas não se restringem ao desenvolvimento de software. Um exemplo é o “Caça Talentos” da empresa 4Linux, uma iniciativa para recrutar profissionais especialistas em Linux para trabalharem na empresa, partindo da publicação de um vídeo no Youtube.

Ficou interessado(a)? Então acesse o site da empresa e veja o regulamento.

PS: a 4Linux “amarrou” nesta iniciativa um programa de descontos aos cursos que a empresa oferece, que poderão ser usufruídos pelos candidatos às vagas. Na minha opinião pessoal, até acho que a iniciativa poderia ser interessante, mas da forma que foi colocada (o texto dos descontos aparece antes das regras do Caça Talentos!), me pareceu mais um caça níqueis. Fica a crítica construtiva para a 4Linux e a sugestão para revisar o texto.

Mais Serviço, menos Autoridade 1/julho/2010

Posted by rapidoerasteiro in Diversos, Gestão.
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Algo realmente precisa ser feito em relação à Gestão Pública no Brasil. Em todos os níveis vemos uma quantidade absurda de erros e abusos cometidas por servidores públicos, como o que foi mostrado nesta semana (dia 28 de junho) pelo CQC no quadro “Proteste Já” em São Bernardo do Campo/SP. Resumidamente, ao lado de uma escola pública há um barranco que está prestes a desmoronar, com o agravante de abrigar um estacionamento de caminhões no seu topo e estarmos numa época de chuvas, mas ninguém parece estar preocupado com isso.

Neste caso, está tudo errado: erram os peritos da prefeitura, o empresário que de forma muito cômoda aceitou o Alvará e instalou o estacionamento, a diretora da escola, a guarda municipal, o secretário de educação, o prefeito Luiz Marinho (PT), os sempre presentes “assessores”, e erra a população da cidade que claramente votou mal. Só acertam os pais de alunos, que estão buscando formas de resolver o problema.

Durante a reportagem, depois de tentar conversar com a Diretora da escola – digo “tentar” porque a mulher mais se enrolou do que conversou -, o repórter/humorista Danilo Gentili acaba sendo detido pela polícia numa demonstração de abuso de autoridade como poucas. Daí em diante, tudo fica terrível. A postura omissa e arrogante de todos os servidores públicos envolvidos nessa história é mais uma vez vergonhosa, principalmente porque nessas horas essas pessoas se acham no direito de serem Autoridades públicas, esquecendo a quem devem servir em primeiro lugar. E vejam, o atual prefeito da cidade, Sr. Luiz Marinho (PT), já foi Ministro de duas pastas do Governo Lula! Que “beleza” de ministro, hein?!

Por essas e outras posturas, não me admiro com o desânimo que toma conta dos Servidores Públicos que tentam fazer a sua carreira. Apesar do grande atrativo da estabilidade e da segurança, os empregos Estatais via de regra oferecem pouco ou nada em termos de desafio profissional, sem contar que os critérios de promoção a cargos de Gestão não são nada técnicos. Ou seja, tudo conspira para “matar” a motivação dessas pessoas.

Para mudar isso, não tem outro jeito a não ser trocarmos os Gestores Públicos que são eleitos pelo voto popular e, infelizmente, o fato é que o Brasileiro vota mal. Prova disso é a qualidade dos Vereadores, Prefeitos, Deputados, Governadores, etc., péssimos na sua mais absoluta maioria. Parte dessa qualidade ruim vem do fato de que as equipes trazidas por esses gestores eleitos também é de péssima qualidade. Nesse momento, me solidarizo com os servidores públicos de carreira, pois se esforçaram para passar em um concurso (e os concursos estão cada vez mais concorridos), mas raramente têm a chance de evoluir na estrutura da organização, pois a maior parte dos cargos de liderança acabam sendo ocupados pelos famosos “Comissionados”, que muito bem poderiam ser chamados por “paraquedistas”.

Enfim, minha esperança é que os Servidores Públicos que estão iniciando a sua carreira não caiam na armadilha da acomodação, e tentem mudar essa situação. E que, por fim, as pessoas tenham um pouco mais de interesse nos rumos da sua cidade, Estado e do seu País. Depois, não adianta reclamar…

Ah, e para quem ficou curioso sobre o episódio, seguem abaixo os vídeos mostrando o absurdo em São Bernardo do Campo/SP:

Parte 1:

Parte 2:

Pessoas, Internet, Trabalho 18/junho/2010

Posted by rapidoerasteiro in Internet.
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Ontem fui convidado por um amigo para escrever algumas opiniões sobre Mídias Sociais, mais especificamente para organizações de Santa Catarina, a ser publicado em um informativo local (obrigado!).

Por razões óbvias, não vou publicar aqui o texto que enviei (quando for publicada a matéria, avisarei aqui e/ou no Twitter), mas me levou a pensar por que muitos Gestores ainda não entendem a Internet. Ou pior, entendem errado e, por isso, criam estratégias e ações completamente ineficazes, como estamos cansados de ver por aí, ou simplesmente deixam de aproveitar a rede como um precioso recurso.

Claro que precisamos levar em conta o fato de que a absoluta maioria dos atuais Gestores nas organizações não são “nativos digitais”, ou seja, a internet veio depois deles. Então, considerando a resistência a mudanças que sempre existe em qualquer ser humano em maior ou menor grau, fica complicado para muita gente entender os impactos da internet no nosso dia a dia. No grupo dos resistentes ainda há muita gente que entra em estado de negação, ignorando totalmente as pesquisas mais recentes que mostram que 1/3 da população Brasileira tem acesso à rede, com taxas de crescimento anual na casa dos 20% e considerando todos as classes e segmentos sociais.

O que eu vejo, no fim das contas, é que a maioria das pessoas complica o que na realidade é simples. Para entender a internet não é necessário estudar seus aspectos técnicos, eletrônicos, de programação de software etc., que realmente são para os especialistas. Da mesma forma que utilizamos o telefone sem questionarmos como o sistema de telefonia funciona, precisamos usar a internet. E é aí que mora a simplicidade de tudo: a internet é também, afinal, mais um meio de telecomunicação (na verdade, o mais moderno e sofisticado que temos hoje).

Ainda vejo nas organizações uma “caça às bruxas” contra a internet, principalmente em relação às redes sociais. Em muitos locais vemos que sites e serviços são bloqueados, tais como MSN Messenger, Orkut, Facebook, Twitter, etc., com a premissa de que essas ferramentas são uma “distração” ao trabalho das pessoas. E é neste ponto que vejo uma inversão de valores: é a internet que distrai as pessoas no trabalho, ou as pessoas que procuram algo para se distrair ao invés de trabalhar?

Isso me fez lembrar um ex colega de trabalho, uns 30 anos mais velho do que eu, que contou um fato ocorrido muitos anos atrás numa outra empresa que ele trabalhava: funcionários de uma divisão foram pegos jogando Damas no horário de trabalho, quando uma visita importante estava ocorrendo.

Opa, então será que o problema é mesmo a internet hoje? Ontem tínhamos Xadrez, Damas, Batalha Naval, Palavras-cruzadas, recados em papel; depois (e ainda hoje) o Telefone, o Rádio, a TV, os rabiscos, e o eterno cafezinho; atualmente temos a internet e várias dessas coisas lá dentro (exceto o cafezinho). Todos esses elementos já foram ou ainda são considerados elementos de distração em relação ao trabalho das pessoas, mas muitos deles também eram/são ferramentas de trabalho. Então, será que o problema é a ferramenta, ou o uso que se faz dela?

Na minha opinião os gestores precisam parar de criar desculpas para encarar o real problema de frente: por que as pessoas estão procurando distrações, ao invés de estarem concentradas no trabalho?

Quanto às respostas e soluções, deixo-as com os próprios gestores e as particularidades de cada situação e organização.

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