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Aula de CRM Político na Escola de Líderes Políticos na AEMFLO-CDL/SJ – Turma 2 22/junho/2012

Posted by rapidoerasteiro in Gestão.
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Está sendo muito interessante a aula com a Turma 2 da Escola de Líderes Políticos da AEMFLO-CDL/SJ. Estamos vendo como registrar um domínio e também como usar um site em wordpress.

Olha só a tuma!

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Evento debate os desafios para Educação e Emprego em São José-SC 3/abril/2012

Posted by rapidoerasteiro in Diversos, Gestão.
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Uma das obrigações das pessoas jurídicas (organizações), independentemente do seu objetivo, é prestar atenção à sociedade que está ao seu redor. E isso se torna ainda mais importante quando elas tem funções como Educação, Saúde, ou Segurança. Nesse sentido, a Faculdade Estácio de Sá em Santa Catarina, localizada em São José-SC, parece estar cumprindo bem esta missão. Não digo isso apenas porque eu trabalho lá; a quantidade de eventos que procura chamar a comunidade da região da Grande Florianópolis para a Estácio fala por si só, e é prova mais do que suficiente de que há um real interesse em ir além da prestação de serviços educacionais por si só.

Nesse sentido, teremos em 2012 a série de eventos com o título “São José em debate”, cujo objetivo é envolver a comunidade em torno de questões importantes para a cidade e que serão objeto de debate durante o período eleitoral.

O primeiro encontro acontecerá na próxima segunda-feira dia 9 de Abril, a partir das 19h. O tema será Educação e Emprego, e contará com o vice-prefeito de São José, Telmo Vieira, e com o empresário Tito Schmitt, presidente da AEMFLO (Associação Empresarial da Região Metropolitana da Grande Florianópolis) e da CDL/SJ (Câmara de Dirigentes Lojistas de São José). Os convidados falarão sobre as suas opiniões sobre os temas em questão, e em seguida haverá um debate entre os próprios convidados e a plateia.

Para participar, basta reservar lugar junto ao Espaço Estágio Emprego (E3) da Estácio, pessoalmente ou pelo telefone (48) 3381-8062.

São José em debate - Educação e Emprego - 9 de Abril de 2012 às 19 horas

Recomendo a participação de todos. Eu estarei lá! :-)

Khan Academy, uma iniciativa interessante 31/janeiro/2012

Posted by rapidoerasteiro in Diversos, Internet.
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Quem ler a edição desta semana da revista Veja vai conhecer Salman Khan, um sujeito normal que, como tantas pessoas mundo afora, estava frustrado com a forma de ensino utilizada pela maior parte das escolas e professores. Não fosse por uma feliz coincidência do destino, Khan seria apenas mais um pesquisador na busca de uma educação melhor para formar as pessoas: os filhos de Bill Gates começaram a gostar dos vídeos dele, o que culminou com um apoio pessoal e financeiro do antigo presidente da Microsoft, gerando recursos e atenção para o antes desconhecido professor.

Apesar da Veja trazer Salman Khan em sua capa, quase como um “furo de reportagem”, o fato é que faz algum tempo já que ele vem tendo destaque. Prova disso é que o Gilberto Dimenstein já havia falado sobre ele há quase 1 ano atrás, na sua coluna da Folha.

Muitos criticam Khan por ele ser praticamente um autodidata em termos de metodologias de ensino, e também porque quem vê os vídeos dele não percebe uma grande inovação em relação aos demais materiais disponíveis. Outra crítica diz respeito aos conteúdos “ensinados” por ele, que vão desde História da Arte até Astronomia, passando por Matemática e Finanças, entre outros; aqui os críticos dizem que é impossível alguém dominar tantos conteúdos assim, a ponto de realizar um ensino de qualidade.

Críticas à parte, o fato é que as “aulas” de Khan, disponíveis em vídeo no site www.khanacademy.org (apenas em inglês) são um sucesso internacional. Os vídeos com 10 a 20 minutos de duração falam de assuntos muito específicos, recheados de exemplos. Detalhe: Khan não aparece nos vídeos, apenas a sua voz e os conteúdos abordados. Aliás, Khan acredita que o uso intensivo de exemplos práticos são o diferencial do seu método, sendo também o “segredo” do seu sucesso.

A boa notícia é que os conteúdos da Khan Academy estão em processo de tradução para o português, no site da Fundação Lemann (www.fundacaolemann.org.br/khanportugues/).

Minha opinião: independentemente das críticas, acho que quanto mais pessoas batalharem por um ensino de qualidade, melhor. Aos críticos de Khan, sugiro que aprendam com o sucesso dele e tentem descobrir os motivos disso. E, além de criticar, que tal também colaborar com esse trabalho para torná-lo ainda melhor?

Para as instituições de ensino em geral, também vai ficando um desafio: com a crescente oferta de conteúdos de qualidade livres para o acesso do público (ou seja: de graça!), como justificar as suas aulas, que nem sempre trazem conteúdos com a mesma qualidade? Está aí um sinal de que é preciso mudar com urgência…

E você, o que acha? Que tal dar uma olhada em algumas aulas do Salman Khan e dar a sua opinião?

Capacitação ampliada em Gerenciamento de Projetos 20/julho/2011

Posted by rapidoerasteiro in Gestão.
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Com o aquecimento da nossa economia e os grandes eventos que estão por vir, gerenciar bem os projetos é algo cada vez mais crítico para organizações públicas e privadas. E, para iniciar uma melhoria em todos os níveis, é fundamental que profissionais e organizações invistam em capacitação.

Nesse sentido, recomendo a Capacitação ampliada em Gerenciamento de Projetos promovido pela VEC, aqui em Florianópolis. Tive a oportunidade de ter contato com algumas pessoas que já fizeram este curso em outras oportunidades, e tenho ouvido opiniões muito positivas. Começando pelo fato de que é mais do que um simples curso, pois considera dinâmicas fora da sala de aula. Além disso, os instrutores trazem mais do que a teoria, mas a prática e a realidade do dia a dia no gerenciamento de projetos.

Quem se interessar, o site é www.valorecompetencia.com.br . A turma 2 começa agora em Agosto. Recomendo!

Gestão de Tecnologia da Informação e Gerenciamento de Projetos 25/março/2010

Posted by rapidoerasteiro in Gestão, Tecnologia.
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Aqui na região de Florianópolis, que inclui municípios como São José, Palhoça e Biguaçu, também há uma tendência generalizada em capacitar profissionais em Gerenciamento de Projetos.  Com certeza isso é um ótimo sinal, demonstrando que profissionais de diversas áreas acordaram finalmente e estão buscando soluções para evitar problemas (atrasos, estouro de orçamento, imprevistos, etc.) nos seus projetos, principalmente nesta década que promete ser de grande crescimento para todo o país.

Ocorre que esta região também concentra diversas empresas da área da Tecnologia da Informação (TI) e, por ter profissionais que obrigatoriamente precisam estar atualizados, é o setor que mais demanda cursos de Gerenciamento de Projetos atualmente. A partir dessa realidade, há duas questões chave:

  1. A grande maioria dos cursos de Gerenciamento de Projetos não direciona seus conteúdos para áreas específicas. Com isso, temos turmas bastante heterogêneas, com profissionais de diversas áreas tais como Engenharia Civil, Comunicação, Administração e também Tecnologia da Informação. Dessa forma, o conteúdo acaba ficando um pouco “raso”, pois fica difícil atender aos interesses e particularidades de todas essas áreas profissionais.
  2. Ainda há grandes dificuldades para os profissionais entenderem o que é um Projeto efetivamente, e ver a importância de gerenciar bem um projeto no contexto do seu trabalho ou área profissional. Especificamente na área da TI, para entender a importância do Gerenciamento de Projetos também é necessário ter conhecimentos sobre outros assuntos relacionados, tais como Ciclo de Produtos de TI, Gestão Operacional de TI, padrões de serviços e segurança em TI, etc. E até o momento eu não tive conhecimento de nenhum curso que unisse esses conteúdos, pelo menos aqui em Santa Catarina.

A partir de várias conversas com meu colega e amigo prof. Abu (aliás, recomendo o http://blogdoabu.blogspot.com/) e a partir de uma oportunidade criada pela unidade da Universidade Estácio aqui de Santa Catarina, tivemos a idéia de criar um curso de pós-graduação que preenchesse essa lacuna para a capacitação de profissionais de TI. E, assim, foi criado o curso de pós-graduação lato sensu “Gestão de Tecnologia da Informação e Gerenciamento de Projetos”.

Além de todas as disciplinas relacionadas ao Gerenciamento de Projetos de TI conforme as práticas do PMI, o currículo do curso vai além e também traz conteúdos em Gestão Ágil de Projetos de TI, Planejamento Estratégico, Segurança da Informação, Gestão de Processos, Governança de TI, Gerência de Qualidade de Software (CMMI e MPSBR), e Lean.

Os professores são mestres e especialistas com muita experiência prática no mercado de TI, boa parte deles com certificação PMP.

Enfim, deixo aqui a dica e, para quem se interessou, os detalhes estão na página da unidade da Estácio de Santa Catarina (www.sc.estacio.br).

Pesquisa aponta que quase ninguém quer ser professor 1/fevereiro/2010

Posted by rapidoerasteiro in Diversos, Gestão.
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Há certos círculos viciosos complicados de serem quebrados, e quando ouvi hoje pela manhã o Gilberto Dimenstein falando na CBN de uma pesquisa que mostrava a baixa atratividade da carreira docente, fiquei realmente preocupado.

Atualmente, na chamada “Era do Conhecimento”, é cada vez mais importante que os países invistam de forma maciça em Educação, pois a competitividade já há algum tempo está em escala Global. Mesmo uma micro empresa de “fundo de quintal” hoje concorre com produtos importados de várias partes do mundo, o que significa que a concorrência chegou para todos, sem exceção.

Considerando que também há uma percepção geral de que o Ensino nas escolhas Brasileiras está muito longe do ideal e que os investimentos no setor da Educação estão muito abaixo do necessário, o que se comprova quando os números reais são analisados, temos uma situação realmente alarmante. E tudo fica mais complicado quando se vê informações como as que foram coletadas na pesquisa realizada pela Fundação Victor Civita com o título “Atratividade da carreira docente do Brasil”, que  entrevistou 1.501 alunos, de 3º ano, de 18 escolas públicas e privadas do país. Vamos às principais informações divulgadas pela pesquisa:

  • Somente 2% dos alunos do Ensino Médio têm a pedagogia ou alguma licenciatura como opção principal no vestibular.
  • Um terço dos jovens entrevistados (32%) pensou em ser professor, mas desistiu.
  • As principais razões para a baixa atratividade da carreira docente no Brasil são: profissão é desvalorizada socialmente, é mal-remunerada e a rotina é muito desgastante.
  • A maioria dos futuros professores estão entre os alunos com piores notas no Ensino Médio.

Eu costumo dizer que a Ditadura Militar fez muito bem a sua lição de casa porque conseguiu praticamente destruir a estrutura educacional do país, já que para sustentar um governo ditatorial é fundamental ter “massa de manobra” – uma sociedade pouco esclarecida que trará menores riscos para a manutenção do regime. E o alvo foi bem escolhido: a educação básica. Para os que questionam esta minha afirmação, basta ver dois pontos principais: comparem a qualidade do ensino nas escolas públicas que existiam antes da ditadura militar (perguntem para seus pais/avós como era antes, e vejam como está agora); verifiquem que um dos maiores alvos de repressão pelo regime militar eram os estudantes que tinham esclarecimento e que por isso mesmo protestavam contra os absurdos que estavam sendo cometidos.

Enfim, o fato é que depois de 20 anos de repressão à Educação, juntamente com outros fatores (crises econômicas, de valores, etc.), tornaram o sistema educacional brasileiro uma “quase” sucata, tornando a nossa sociedade apática e inerte, com pouca noção de cidadania. Prova disso é a baixa qualidade do Voto do brasileiro, e a mania de reclamarmos muito e fazermos pouco para mudarmos a situação atual. E com essa situação, com um Governo pouco competente e preocupado apenas na próxima eleição, muito pouco acaba sendo feito pela Educação, que exige ações visando resultados no longo prazo. Dessa forma, as ações feitas para recuperar o nosso sistema de ensino estão lentas demais e/ou não trazem os resultados necessários, o que cria um verdadeiro círculo vicioso perigoso:

  1. A carreira Docente é pouco atrativa (baixos salários, condições ruins de trabalho, pouco respeito, etc.)
  2. Poucos escolhem a carreira Docente por vocação, a maioria escolhe a carreira por falta de outra opção
  3. A maior parte dos professores acaba sendo composta por profissionais com baixa qualificação e pouca motivação
  4. Escolas e professores não conseguem atrair a atenção dos alunos, que perdem o interesse em estudar e perdem o respeito pela instituição e seus profissionais
  5. Dentre os poucos estudantes que conseguem terminar os estudos, a maioria escolhe profissões consideradas mais “atrativas”
  6. voltamos ao item 1

Esta é a infeliz realidade do ensino básico, fundamental e médio no Brasil, comprovada também pelas distorções nos investimentos públicos feitos em Educação formal no país, que tem muitos recursos para o topo (Universidades), mas pouco na base (Escolas) em relação à necessidade atual, o que cria uma situação interessante: aqui as famílias precisam investir em educação privada para que os filhos possam ter condições de competir por uma vaga em Universidades Públicas, exatamente o contrário da tendência mundial, que é ter um bom ensino público que permita fazer uma boa poupança para financiar os estudos em Universidades Particulares.

Vejam que não estou dizendo que o Estado deve privatizar as Universidades, mas creio que o nosso modelo precisa ser revisto com urgência, principalmente colocando mais recursos em todos os níveis de ensino, principalmente na base. E “recursos” não significam apenas dinheiro: também são Políticas, Processos, Equipamentos, Capacitação, que precisam ser direcionados para que todos tenham acesso ao conhecimento.

Confesso que não tenho uma solução ou fórmula mágica, a não ser a mobilização da Sociedade como um todo, votando conscientemente e, mais do que isso, cobrando ações dos governantes eleitos e demais servidores públicos em todas as esferas. Até porque a questão vai muito mais além do que apenas termos pessoas mais esclarecidas, pois já está mais do que comprovado que para cada Real investido em Educação, se economiza outros milhares de Reais nas áreas da Saúde e Segurança, só para citar um exemplo.

E a dificuldade para que as mudanças efetivamente aconteçam também está relacionada aquelas pessoas que estão no poder, decidem os investimentos públicos, mas não estão muito interessadas em mudar a situação atual, o que cria um dilema: elas sabem que não há outra saída senão investir no sistema educacional, mas isso ao mesmo tempo tende a trazer mudanças futuras que ameaçarão a sua posição atual.

Enfim, a questão é complexa, mas só exige uma solução: investimentos maciços em Educação. E muita paciência para aguardar os resultados.

Presidente acha computador brasileiro muito caro 4/agosto/2009

Posted by rapidoerasteiro in Tecnologia.
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Confesso que às vezes me espanto com a falta de conhecimento (ou será cara de pau mesmo?) demonstrada por alguns dos nossos governantes. A demonstração mais recente é do nosso Presidente Lula, durante uma solenidade para a entrega de 5,5 mil laptops para alunos e professores das escolas públicas da cidade de Piraí/RJ.

De acordo com a TI Insine, durante a solenidade o Presidente ameaçou importar computadores, principalmente devido aos altos preços desses equipamentos aqui no Brasil. Outra reclamação do Presidente, endossada pelo Ministro da Educação, Fernando Hadad, diz respeito à burocracia do processo licitatório, que seria demorado demais.

Agora eu pergunto: por que será que o computador brasileiro é tão caro? Será por que a nossa carga tributária é uma das maiores do mundo? Ou será também por que não estamos sendo competentes o suficiente para trazer fábricas de semicondutores para o nosso país?

E sobre a burocracia, será que os próprios Governantes não poderiam sugerir mudanças na atual legislação, para torná-la mais adequada às necessidades atuais?

Independentemente de ser falta de conhecimento, ou cara de pau mesmo (não sei o que é pior), todo o país sofre com a falta de noção manifestada por boa parte dos nossos governantes. Outra coisa também é a inércia deles no sentido de propor melhorias na nossa Legislação.

No fundo, me sinto culpado, porque somos nós mesmos que colocamos esse pessoal despreparado no poder. Ultimamente tenho perguntado aos meus amigos, colegas de trabalho e alunos se eles se lembram em quem votaram nas últimas eleições e, na maioria dos casos, a resposta é “não me lembro”, ou “não me lembro de todos”. É, pelo visto, a qualidade do nosso voto precisa melhorar muito, para podermos reclamar ou elogiar (quando for o caso) depois.

E você, o que acha disso?

Estudantes, atenção: o mercado não faz prova 18/maio/2009

Posted by rapidoerasteiro in Gestão.
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Uma das maiores preocupações que tenho quando vou dar uma palestra ou dar uma aula é passar informações úteis para o público, que permitam que as pessoas construam conhecimentos necessários para atender às demandas do mercado de trabalho dentro de cada assunto abordado.

Nesse sentido, procuro alertar os alunos sobre a “síndrome da prova”, que muitas vezes gera uma miopia de conhecimentos. Todos nós já fomos alunos um dia e, realmente, a palavra “prova” não traz sentimentos agradáveis, sendo normalmente associada a estresse, pressão, amnésia, pegadinha, passar/reprovar, etc. E isso gera uma responsabilidade enorme para quem está na função de transmitir informações, faz com que tenhamos o desafio de não nos acomodarmos, de sairmos do lugar comum. Vamos e venhamos, algo nada fácil de se fazer.

Realmente, os procedimentos pedagógicos de avaliação de alunos tem tido poquíssimos avanços, pelo menos na sua aplicação. O instrumento “prova” ainda é o mais utilizado para avaliar o nível de conhecimento adquirido pelos alunos em cada curso, disciplina, ou assunto. O problema é que, para o aluno, ir bem ou mal em uma avaliação deste tipo normalmente representa a diferença entre passar ou repetir (sucesso ou falha). Em caso de reprovação, além dos sentimentos relacionados ao fracasso em si, a pessoa terá que novamente investir tempo e, no caso de instituições particulares, uma boa soma em dinheiro.

Tal pressão gera a síndrome da prova, que faz com que, muitas vezes, os alunos se atenham ao sucesso na avaliação e esqueçam de outras informações relacionadas aos assuntos abordados, que podem ser tão ou mais importantes para a sua vida profissional e pessoal.

O problema é que, fora do mundo acadêmico, existe o tão temido “mercado” e ele, como sabemos, não aplica provas com perguntas prontas, nos moldes das instituições de ensino. Na verdade, a prova que o mercado realiza está relacionada ao dia a dia, nas exigências extras, naqueles desafios que exigem dos profissionais muito mais do que aqueles conhecimentos necessários para simplesmente fazer uma prova acadêmica.

Portanto, cada vez mais os professores/orientadores, precisam vincular os conteúdos acadêmicos à “vida real”, ou seja, unir teoria e prática, Pesquisa & Desenvolvimento com Inovação. Isso é necessário porque a competição é cada dia mais acirrada, e quem se diferencia acaba tendo maiores chances de sucesso, tanto empresas quanto pessoas. Nesse sentido, os alunos também precisam acordar e perceber que a vida acadêmica vai muito além das provas, exigindo que os seus professores também ofereçam mais do que o “suficiente”, o que também será um incentivo a mais para eles.

Assim, todos ganham: as instituições de ensino, os professores, os palestrantes, os orientadores, os alunos, os profissionais, o mercado e, no fim das contas, toda a sociedade.

Um ótimo final de semana a todos.

Computador indiano é reprovado pelo MEC 4/maio/2009

Posted by rapidoerasteiro in Gestão, Tecnologia.
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Hare baba! (me desculpem, mas não resisti à brincadeira…)
Segundo a TI Inside On-line, o laptop indiano que havia vencido a licitação do Ministério da Educação (MEC) para a compra de 150 mil computadores educacionais do projeto Um Computador por Aluno (UCA) será desclassificado. O motivo: os equipamentos oferecidos pela empresa Comsat (foto ao lado), que são laptops Encore modelo Mobilis, foram recusados no teste de aderência pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ou seja, não atendiam às especificações técnicas do Edital da licitação.

O MEC ainda não se manifestou oficialmente sobre a desclassificação da Comsat, mas a reportagem indica que isso deverá ser feito nos próximos dias ou semanas.

Com isso, há uma notícia boa e outra ruim: a boa é que as empresas em segundo e terceiro lugar nessa licitação são brasileiras, respectivamente CCE/Digibrás e Positivo. Ou seja, incialmente será reconhecida como vencedora a CCE/Digibrás e, caso não haja um acordo sobre os valores prometidos nas propostas então enviadas, o MEC passa a negociar automaticamente com a Positivo.

A má notícia é que, considerando este imbroglio, a compra dos laptops para as escolas só deverá ser concretizada no segundo semestre deste ano, atrasando ainda mais o projeto educacional do MEC. Além do prejuízo do atraso por si só, é bem provável que quando os equipamentos forem completamente entregues, eles não terão mais a melhor configuração, já sendo um pouco ultrapassados.

Há algum tempo atrás conversei com um amigo que é servidor público na área de TI e ele me confidenciou que, por mais que seja necessário, da forma que acontece atualmente o processo licitatório é demorado demais para compras de equipamentos de informática. E, por causa da morosidade das licitações, o que normalmente se faz nos editais é especificar equipamentos superdimensionados, que serão adequados ou às vezes até ultrapassados quando forem entregues. O prejuízo aqui é que o Estado acaba tendo que pagar um superior pelos computadores, pois os preços pagos são os dados pelos fornecedores nas fases de análise de propostas das licitações, bastante anteriores às datas de entrega. Por outro lado, não dá para dispensar a formalidade da licitação, para garantir a honestidade nas compras. Enfim, é um problema complexo.

De volta à questão da licitação do MEC, todos já sabem da urgência que o Brasil tem para efetivamente avançar na alfabetização digital dos alunos do ensino básico e fundamental. Isto precisa ser feito para que o país tenha competitividade num futuro cada vez mais globalizado e onde a tecnologia passa a ser cada vez mais importante, pois as crianças de hoje serão os profissionais de amanhã. E, atrasos como esse que foi noticiado, definitivamente, não ajudam em nada.

A nós, resta torcermos para que tudo se resolva o mais rápido possível.

SEBRAE faz real inclusão social 24/abril/2009

Posted by rapidoerasteiro in Gestão, Internet.
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Para quem não sabe, o SEBRAE tem um programa educacional excelente, para capacitar pessoas que querem empreender seu próprio negócio ou que já são empreendedores e querem aumentar seus conhecimentos. São cursos, programas, jogos, etc., realizados presencialmente ou à distância, inclusive via internet, e o melhor: a grande maioria é oferecida gratuitamente. O link educacao.sebrae.com.br tem maiores detalhes sobre as possibilidades em nível nacional.

Essas iniciativas educacionais por si próprias já são uma ferramenta e tanto para realizar inclusão social. Porém, sempre se pode ir mais longe: especificamente em Santa Catarina, o SEBRAE/SC lançou há alguns anos atrás o Programa Negócio Certo, que busca atingir os objetivos que mencionei acima. Nesta semana, soube que o programa em questão também será oferecido para detentos do Presídio de Florianópolis, uma parceria com a Escola Supletiva da Penitenciária e o Instituto de Estudos Avançados – IEA. A iniciativa foi batizada “Negócio Certo na Penitenciária” e, segundo o SEBRAE/SC, será repetida a experiência bem-sucedida da aplicação do programa Faça e Aconteça junto aos apenados. Neste ano, além do Negócio Certo, também serão oferecidos conteúdos de outros cursos, como o Aprender a Empreender.

Para quem não sabe, o SEBRAE tem boa parte do seu orçamento financiado por recursos públicos.  Mesmo que não houvesse financiamento público, iniciativas como esta já mereceriam o nosso aplauso e nosso respeito. É um ótimo exemplo de uma correta aplicação de recursos para a promoção da melhoria da sociedade do nosso país.

Parabéns ao SEBRAE por mais esta iniciativa, que poderia ser seguida por outras organizações, tanto públicas quanto privadas. O Brasil agradece.

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