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Uma boa ideia para comunicação… 20/setembro/2012

Posted by rapidoerasteiro in Internet.
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Gostei da iniciativa. Uma boa ideia para comunicar uma causa importante.

Facebook cai no samba, com a escola Porto da Pedra e a Danone 17/fevereiro/2012

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Essa saiu hoje no IDGNow: você pode ter a sua foto do perfil do Facebook exibido em um dos carros alegóricos da escola de samba Porto da Pedra, durante o desfile na Sapucaí.

A escola, cujo enredo fala sobre a história do Iogurte, está sendo patrocinada neste ano pela Danone, e a ação foi idealizada pela agência Wunderman.

Ficou curioso(a)? Quer participar? Então você deve acessar a página da Porto da Pedra no Facebook e seguir as instruções.

Esse tipo de ação me faz pensar em duas coisas: – A criatividade das agências parece realmente não ter limite. Mesmo preferindo ações publicitárias/promocionais que visem resultados palpáveis para os anunciantes, confesso que gostei da ideia. O processo em si é simples, e ao mesmo tempo genial. – O Facebook está mesmo “dominando o mundo”. Cada vez mais vemos que esta é a plataforma social escolhida pela maior parte das pessoas e empresas no momento. Assim, devemos ver cada vez mais ações publicitárias/promocionais nessa mídia. Muitas organizações estão simplesmente migrando seus sites institucionais para o Facebook, criando uma crescente mina de ouro de informações para a empresa de Mark Zuckerberg. Ou seja, o que já vale muito, continuará a valer muito mais…

E você, vai cair no samba da Porto da Pedra pelo Facebook?

Empresas: conversem com seus clientes 25/fevereiro/2011

Posted by rapidoerasteiro in Gestão, Internet.
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Há um tempo atrás eu assisti o documentário “The Corporation”, que traz uma visão quase apocalíptica sobre as grandes corporações multinacionais. Em um dado momento, o filme dá a entender que o comportamento de todas empresas é igual ao comportamento de criminosos psicopatas, a partir da análise de quesitos utilizados para traçar um “perfil psicológico”. Mesmo assim, acho que vale a pena assistir ao documentário, com o devido uso de filtros de conteúdo.

Trouxe o assunto porque li um artigo hoje que me chamou a atenção para um comportamento bastante comum que vejo nas organizações em geral, e nisso incluo empresas, governo, ONGs, etc. Pessoalmente, não acredito que as organizações sejam todas “más”, “opressoras”, “psicopatas”, ou outros adjetivos ruins. Mas acho que a grande maioria se comporta de maneira arrogante, querendo impor seus comportamentos aos clientes. O artigo tem o sugestivo título de “Empresas precisam de diálogo à moda antiga nas redes sociais“. Em resumo, o texto dismistifica o uso das mídias sociais na web pelas organizações, trazendo o ponto chave que normalmente é ignorado pelos gestores: os clientes são pessoas (sim, nós somos pessoas) que querem conversar e interagir com as pessoas que representam as organizações.

Nesse sentido, também vale a pena ler o artigo “From Social Media to Social Strategy“, publicado no Blog do Umair Haque na Harvard Business Review. Ele também procura conscientizar os gestores sobre a necessidade de uma mudança de comportamento nas organizações, que precisam ser mais “sociáveis” em todas as mídias e em todas as formas de interação, seja com clientes, fornecedores, parceiros, etc. Ele é mais um que, como eu, acha que as organizações têm tido uma atitude quase “antissocial” com a sociedade como um todo, com raras exceções. As organizações vêm ao longo do tempo despesando toneladas de informações aos seus clientes, principalmente por meio de propaganda, ao mesmo tempo que demonstram extrema dificuldade em atender às demandas desses mesmos clientes, e isso sem contar a resistência em prestar contas de forma transparente. Nota-se um comportamento bastante egocêntrico nisso tudo.

Para buscar um possível motivo que pode ajudar a explicar as causas desse vício que foi criado nas organizações, sugiro uma pista: a busca pela comodidade por parte das pessoas que trabalham nas organizações, especialmente os gestores. Se formos observar os processos criados nas organizações, veremos que a grande maioria deles visa ter controles que servem mais para própria organização do que para os clientes. Para quem tiver alguma dúvida sobre isso, verá que os indicadores de desempenho relacionados aos processos normalmente estão associados a tempo e custo, deixando de lado fatores como a satisfação do cliente.

Deixo aqui a reflexão: será que a minha organização trabalha para ela mesma ou para os clientes? Talvez esta autoavaliação sirva para iniciar um processo de mudança que evolua tanto a forma de trabalho quanto a forma de comunicação da organização não só com os seus clientes, mas com toda a sociedade.

Ah, para quem se interessa especificamente em mídias digitais, sugiro a leitura do guia “Tudo o que você precisa saber sobre Twitter“, desenvolvido pela agência Talk. O guia traça um paralelo muito bacana entre a conversa “virtual” no microblog e o papo tradicional na mesa de um bar. Recomendo.

O preço de uma boa comunicação digital é a eterna vigilância 10/fevereiro/2011

Posted by rapidoerasteiro in Internet.
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Errar é humano. Mais do que uma frase feita, é um fato porque simplesmente todos nós erramos uma hora ou outra.

Nas mídias sociais e principalmente no Twitter, erros cometidos por pessoas/perfis de destaque tendem a ser massacrados pelos respectivos seguidores, principalmente se forem erros básicos de escrita. Para quem duvida disso, resgato o famoso “caso Xuxa e Sasha”, ocorrido em 2009 e que terminou com o abandono da apresentadora do seu perfil no Twitter. E quem não lembra ou esqueceu, sugiro ler o comentário do Maurício Stycer, o relato no Hein,  além do próprio perfil da Xuxa (@xuxameneghel) que ainda está ativo, apesar de “congelado no tempo”.

Nesta semana, a Revista Super (antiga Superinteressante – @revistasuper) também deu a sua derrapada no Twitter. Porém, o final foi bem mais feliz que o da Xuxa. Eles publicaram o seguinte:

Com o erro na escrita da palavra mau-humor por “mal-humor”, os seguidores imediatamente começaram a “fazer barulho” , porque realmente a galera não perdoa. Porém, o final dessa história foi bem mais feliz porque o pessoal da Super parece que faz Comunicação Digital como se deve fazer. Alguns minutos depois veio a resposta, com uma boa dose de bom-humor:

A julgar pela resposta acima, dá para notar que o pessoal da Super não foi afetado pela genética do mau-humor.  Além disso, dá para perceber que eles estão indo além do “feijão-com-arroz”, que é colocar os links das matérias publicadar no site também no twitter. Fica claro que a Super está fazendo a parte mais importante em uma conversa, que é ouvir quem está “do outro lado” (o público, ou seja, nós).

É realmente um exemplo a ser seguido por pessoas e empresas que queiram se destacar nas mídias sociais. Não dá para esquecer que comunicação de verdade tem mão dupla, e que só assim se estabelece um verdadeiro diálogo e se cria um público fiel.

Moral da história: não apenas escrevei, mas também vigiai; ah, e sem perder a ternura… ;-)

O óbvio: persuadir não é enganar o Cliente 2/setembro/2010

Posted by rapidoerasteiro in Internet.
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Eu fico bastante espantando com a quantidade de obviedades que são ditas em eventos e que são propagandeadas como “novidades” ou “referências”. Hoje eu li uma pequena matéria no IDGNow com o título “Mídias Sociais: Persuadir não é Enganar” que se encaixa bem nisso.

A título deste post resume a história: “persuadir não é enganar o cliente“. De acordo com o dicionário Houaiss, persuadir é “levar (alguém) a mudar de atitude; convencer“. Então aqui já vemos o óbvio: convencer o cliente é algo muito diferente de enganar o cliente. Como todos nós somos clientes de alguém, ou de alguma organização, fica bastante claro que absolutamente ninguém gosta de ser enganado.

Vejo que o problema não é a obviedade em si, até porque eu concordo com o que diz Gustavo Guanabara, que é citado na matéria. O problema é que este tipo de ideia ainda é vista como informação especializada/diferenciada, principalmente quando está relacionada às mídias digitais, em especial a Internet. Prova disso é que ainda se vê frequentemente em eventos especializados frases como “cliente em 1º lugar”, “trate bem o seu cliente”, “cuide do seu cliente”, “fidelize o seu cliente”, “atenda bem o seu cliente”, entre tantas outras.

Nesse cenário, as mídias sociais hoje são a “bola da vez” nas ações de comunicação entre as organizações e seus públicos. Porém ouço constantemente dos empresários e gestores as mesmas reclamações e os mesmos dilemas, sempre expressando a sua falta de entendimento em relação à internet e seus diversos canais de comunicação. Quando a conversa chega neste ponto, eu sempre falo a mesma coisa: o problema não é a falta de entendimento em relação à internet, mas é a falta de entendimento em relação às pessoas em geral!

O fato é que as organizações não fazem a sua lição de casa no relacionamento com os clientes, independentemente do meio de comunicação. Esta minha afirmação pode ser validada a partir de diversas pesquisas que apontam a quantidade de clientes insatisfeitos com o tratamento/atendimento recebido por organizações públicas e privadas, seja pessoalmente, por telefone, e-mail, carta, fax, etc.

A partir dessa situação, vemos hoje uma série de ações de Comunicação & Marketing que são mirabolantes, mas que não necessariamente colaboram com os resultados que a organização espera. E com o advento das novas mídias, entre elas as mídias sociais, cria-se uma verdadeira “cortina de fumaça” composta por uma mistura de tecnologias, design, jargão e muita propaganda. E nesse cenário, os próprios profissionais de Comunicação, Marketing e Propaganda, que deveriam assessorar as organizações rumo a resultados positivos, se perdem no meio disso tudo.

Claro que cada mídia tem as suas particularidades, e isso é especialmente válido nas mídias sociais na internet. Portanto, os especialistas não têm por que temer por seus empregos. O problema é que, antes de qualquer coisa, é necessário lembrar que por trás de cada perfil no Twitter, no Orkut, ou no Facebook, por trás de cada usuário do MSN e de cada conta de e-mail, há uma pessoa de carne e osso, igualzinha àquelas pessoas que entram em contato presencialmente com a organização. Muitas vezes se coloca mais atenção e foco na “perfumaria” do que no resultado final.

Ou seja, antes de qualquer coisa, é necessário que as pessoas das organizações compreendam melhor quais são as expectativas dos seus Clientes. Lembrando que o Cliente é uma Pessoa (a maioria ainda esquece disto!) e que, no fim das contas, precisamos valorizar o componente humano das relações, inclusive e principalmente sob o ponto de vista profissional.

Realmente, cada vez mais me convenço de que, para que nossas ações tragam resultados verdadeiros para as organizações, precisamos colocar as pessoas em primeiro lugar, olhando tanto para dentro quanto para fora do ambiente corporativo.

Por fim, deixo abaixo o vídeo que está na matéria que citei acima, vale a pena assistir.

Comunicações Unificadas: sonho de consumo 9/outubro/2009

Posted by rapidoerasteiro in Internet, Tecnologia.
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Vamos imaginar um dia que cada um de nós terá somente e tão somente um único número de telefone para as pessoas entrarem em contato. E não importa se estamos no Celular, no Computador, ou no telefone fixo. Se tiver uma conexão com a internet, a comunicação é possível conversar a partir desse número único. Ou seja, seria uma espécie de RG eletrônico, para telecomunicações.

E é exatamente isso que as soluções de Comunicações Unificadas (a sigla em Português ficaria muito feia, então cito a sigla em inglês UC – Unified Communications). Ou seja, é o próximo “nirvana tecnológico” prometido para aplicações de Voz sobre IP – VoIP. E o melhor é que o enfoque para UC tem sido rumo à colaboração, integrando não apenas aplicações similares a telefonia. Mensagens Instantâneas, Tele e Videoconferências, Webconferências, entre outras aplicações colaborativas e que se consolidaram com a web 2.0 estão sendo consideradas. E o melhor: como utiliza a Internet (VoIP), a redução de custos deve ser drástica, uma vez que não se paga por minuto como na telefonia convencional.

Aí alguém pode perguntar: tá, muito legal isso, mas e se eu não quiser ser incomodado? Simples: coloque o seu status como “invisível” ou se desconecte, (como em qualquer software de mensagens instantâneas (MSN Messenger, Skype, Google Talk, etc.). E você também pode separar a vida pessoal da vida comercial, tendo um número na sua empresa, e outro para você mesmo.

Enfim, as soluções para comunicações unificadas ainda estão em amadurecimento, mas as perspectivas são muito interessantes. Com certeza, é um assunto que vale a pena acompanhar de perto, porque os benefícios são muitos.

Moral da história: quem achava que a internet e os computadores iriam “dominar o mundo”, isolando e alienando as pessoas, errou feio. A rede veio prá ficar e, o melhor, para integrar cada vez mais as pessoas.

O Ministério da Saúde adverte: Photoshop faz mal à saúde 2/outubro/2009

Posted by rapidoerasteiro in Internet, Tecnologia.
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Hoje pela manhã estava ouvindo a coluna do Gilberto Dimenstein na rádio CBN e ouvi uma notícia bastante interessante: alguns países da Comunidade Européia estão instituindo leis que obrigam os meios de comunicação a avisar quando uma foto foi manipulada digitalmente.

A justificativa para essas leis é bastante interessante também: segundo as autoridades, as fotos manipuladas digitalmente mostram pessoas com um padrão de beleza “inatingível”, causando “infelicidade” nos leitores e sendo causa de boa parte dos casos de distúrbios alimentares como bulimia e anorexia.

Bem, na minha opinião parece ser um pouco exagerada a justificativa, mas não a lei em si. Por uma questão ética (e prática), sempre que uma imagem for modificada se deveria informar que houve manipulação, pois está sendo adulterada a informação (imagem) original. Ou seja: se é obrigação do veículo de comunicação informar quando um texto original foi alterado (seja para resumir, citar, etc.), deveria ser normal também fazer o mesmo com imagens. Aliás, quem não se lembra daquela foto de corpo inteiro da Juliana Paes com o “antes” e o “depois” do Photoshop, que correu a web? Para quem não se lembra, a foto está ao lado.

Como a tecnologia do Photoshop e de programas afins está difundida mundialmente, não será surpresa se uma lei dessas aparecer aqui no Brasil, para a alegria de muitos e para a tristeza de outros tantos (em alguns casos, o melhor mesmo é não saber como era a foto original).

Assim, não devemos nos espantar se daqui a pouco algumas revistas/jornais estamparem avisos como: “O Ministério da Saúde adverte: fotos alteradas digitalmente podem trazer infelicidade e causar distúrbios alimentares“. Claro que uma frase assim seria um exagero, mas não duvido que de repente apareça algo parecido…

Quer montar o seu próprio vídeo site? 5/junho/2009

Posted by rapidoerasteiro in Internet.
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Recebi do meu amigo ex-blogueiro Rahel um link do Youtube com um vídeo muito interessante, que mostra realmente que a criatividade do pessoal de comunicação parece não ter limites.

Você por acaso conhece a agência Boone-Oakley? Se não conhece, vai conhecer agora. Se você digitar www.booneoakley.com no seu navegador, verá que o endereço não o leva para um site típico de uma agência digital, com animações, cores, blogs, etc., mas acessará um vídeo no Youtube. Estranho, não é mesmo?

Mas é só iniciar a exibição do vídeo que a estranheza dá lugar à surpresa. Os caras tiveram a ótima idéia de ligar vários vídeos do youtube como se fossem links de um site tradicional, criando um “vídeo site”, com conteúdos prá lá de bem humorados. Olhem só:

Apesar de simples, a idéia também é incrivelmente inovadora, pelo menos para mim que nunca havia visto nada igual.

Agora, é só esperar para vermos vários vídeo sites parecidos com esse.

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